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12/05/2017 às 08:48
Alunas da FAACZ pedem adesão ao movimento de conscientização sobre o autismo

 

As estudantes de Pedagogia da FAACZ, Bruna Maria da Silva, Camila Ferreira do Nascimento, Camila Fraga Rodrigues, Ingrid Demoner Medani, Juliana Santana Theodoro e Karielly Nieiro Cruz realizaram no último dia 29, na Praça Monsenhor Guilherme Schmitz, oficinas de pintura para crianças e adultos, com distribuição de panfletos e de um laço azul chamando novamente a população de Aracruz para a adesão ao movimento de Conscientização sobre o Autismo, que começou nas dependências da faculdade no início de abril.

 

A ação social foi orientada pela professora Marta Rossoni, que explicou o objetivo da atividade: “conscientizar a comunidade universitária e civil sobre o autismo, esclarecendo e informando sobre o transtorno, é que se organizou esse trabalho. Durante o desenvolvimento das atividades, percebeu-se o quanto se faz relevante a atuação de alunos universitários junto à comunidade. Apesar de ainda ser um preconceito o Transtorno do Espectro Autista, é mais comum do que se pensa em nosso meio. Com os trabalhos que realizamos e que faremos durante o ano, a população aos poucos, vai mobilizando-se, emocionando-se e de alguma forma aprendendo a lidar com este transtorno”.

 

Para o operador de máquinas Francisco Barreto, “é muito bom estar conscientizando, porque quase ninguém conhece o assunto. Eu mesmo ainda não havia ouvido falar”. Na opinião da psicopedagoga Rayane Pimentel, os acadêmicos estão de parabéns pela iniciativa. “Agora a gente está voltando o olhar para isso e começando a ver as coisas de outra maneira. Eu acho muito importante que a sociedade abrace esse causa, começando mesmo pelo meio acadêmico, porque as pessoas que têm autismo estão aí e precisam ser acolhidas”.

 

Como estudante de Pedagogia e como cidadã, posso dizer que trocar experiências com outras pessoas sobre um assunto que estamos estudando e que está sendo apresentado na mídia com tanta relevância foi uma experiência muito rica. Sei que são necessárias outras ações como essa. A troca de informação é muito importante e todos precisam ter consciência de que indivíduos com autismo podem levar uma vida quase normal se forem estimulados desde cedo”, ressaltou a aluna Bruna Silva.

 

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