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Marcos Paulo

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21/04/2017
Só inocentes...

Delações de executivos da Odebrecht envolvem 415 políticos de 26 dos 35 partidos que existem legalmente no Brasil. O PT (sempre ele) lidera a lista, com 93 petistas, enquanto PSDB e PMDB têm 77 membros citados, cada. E quem foi Marcelo Odebrecht? O mandachuva do país durante o reinado do PT? O chefe de uma organização criminosa ou o bobo da corte afinal preso e forçado a abrir o bico? E Lula, quem foi? O primeiro operário a chegar ao poder? O maior líder popular da história ou o presidente que fez da corrupção uma política de Estado? Marcelo Odebrecht será esquecido, mas Luiz Inácio Odebrecht da Silva, jamais! Cadeia nesses safados... E que façam com a Odebrecht o mesmo que fizeram com a Samarco: fecha as portas.

 

Cada coisa...

Projetos que tramitam na Assembleia. Do deputado Rodrigo Coelho, instituindo a terça-feira de carnaval como data integrante do calendário de feriados oficiais do Estado. E já não é em todo o Brasil? Da deputada Raquel Lessa, que dispõe sobre a proibição do corte de cabelo padrão em detentos ainda não condenados, recolhidos nas unidades prisionais do Estado. Do deputado Dary Pagung, que concede Título de Cidadão Espírito-Santense ao general de Exército Adilson Carlos Katibe, aquele que passou uns dias em Vitória comandando o Exército durante a greve da Polícia Militar. E isso lá é justificativa para a honraria?

 

É por aí...

Leiam aí, boquirrotos! Postagem em grupo fechado no Facebook também causa dano moral. Mesmo se feitas em grupos fechados do Facebook, publicações em redes sociais se espalham com muita facilidade. Com esse entendimento, a Justiça de Goiás condenou uma mulher a indenizar por danos morais um empresário, eleito tesoureiro do Conselho Regional de Farmácia do Estado, por postagem em que o acusava de racismo. Uma amiga da ré também foi condenada por ter compartilhado o comentário. Na decisão, a juíza Viviane Silva de Moraes Azevedo, também determinou que as postagens fossem removidas.

 

Saldanha da Gama

Em cheque assinado no dia 29 de agosto de 1986 pelos então secretários municipais Augusto Villaschi e Maurício Cézar Duque, a Prefeitura de Vitória comprou o Clube Saldanha da Gama por R$ 2.084.577,04. Com o passar dos anos, não fez nada e agora está estudando uma maneira de diminuir o valor do casarão no Forte São João para colocá-lo à venda até o final do mês e transformá-lo em um museu. Inicialmente, a previsão era repassá-lo a R$ 3,5 milhões, mas uma avaliação da gestão mostrou que a estrutura valia R$ 5 milhões. Lucra quase R$ 3 milhões.

 

Mecanização

Em tempos de crise econômica, o corte de custos é inevitável. Uma saída para diminuir os gastos pode ser a mecanização de alguns processos. A Prefeitura da Serra vem utilizando equipamentos para limpeza dos bairros com custos bem mais baixos e qualidade dos serviços similares e ou melhores, além de uma produtividade até 550% maior do que quando feita com mão de obra de garis. Os equipamentos mais utilizados são a capinadeira mecanizada, que faz a capina junto ao meio-fio com escovas de aço; a máquina de pintar meio-fio, que faz 10km de pintura por dia, enquanto uma equipe de 30 homens faz 6,5km no mesmo período; e a varredeira mecanizada, que varre 6km por hora, enquanto um, gari, manualmente, varre aproximadamente 100 metros no mesmo intervalo.

 

Imóveis

Regularizar o imóvel dá ao proprietário segurança jurídica. O alerta é do advogado e assessor da presidência do Sindicato dos Notários e Registradores do Estado do Espírito Santo (Sinoreg-ES), Bruno Bittencourt Bittencourt. Segundo ele, o proprietário não será punido se não regularizar o imóvel, mas perde direitos e pode ter algumas dores de cabeça. “Se o proprietário anterior tiver uma dívida, mesmo que sem ligação com o imóvel, este poderá ser usado para pagar essa dívida, pois consta em seu nome no Cartório de Registro de Imóveis. Também será impossível usar o imóvel como garantia para obter financiamentos ou hipoteca”, explicou. Também é importante dizer que a escritura é diferente do registro do imóvel no cartório. A escritura é a prova jurídica de que o negócio foi fechado, mas a propriedade só é efetivada se o imóvel for registrado.

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